{"id":161,"date":"2022-08-28T18:35:28","date_gmt":"2022-08-28T21:35:28","guid":{"rendered":"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/?page_id=161"},"modified":"2022-08-28T18:42:35","modified_gmt":"2022-08-28T21:42:35","slug":"agronomia","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/index.php\/agronomia\/","title":{"rendered":"Agronomia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>INOCULANTES MICROBIANOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na Agronomia, trabalhos principalmente com testes de efici\u00eancia agron\u00f4mica de inoculantes, tanto a campo como em casa de vegeta\u00e7\u00e3o. Nesses trabalhos, buscamos indicar microrganismos que permitam a redu\u00e7\u00e3o de fertilizantes na agricultura brasileira, gerando menor custo de produ\u00e7\u00e3o e minimizando impactos negativos desses insumos no ambiente. Trabalhamos principalmente com soja, milho, jiggs e tifton no ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"425\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-90\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-1.png 567w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-1-300x225.png 300w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-1-200x150.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Semeadura na safra 19\/20. Na foto, Heraldo Kemer, engenheiro agr\u00f4nomo que agora trabalha na Bayer.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"716\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-91\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-2.png 567w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-2-238x300.png 238w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-2-158x200.png 158w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Fotos de experimento feito com milho na safra 15\/16. \u00c0 direita, milho cultivado de maneira tradicional, utilizando-se fertilizantes. \u00c0 esquerda, milho com aduba\u00e7\u00e3o reduzida (75%) e uso de&nbsp;<em>Pseudomonas<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Azospirillum<\/em>. Na foto, Joatan Clamer, que atualmente trabalha na Biosphera.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no inverno, estudamos trigo, aveia e azev\u00e9m. Outras culturas estudadas incluem alho, alface, cebola, tomate e cenoura.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2012, esses estudos s\u00e3o feitos junto a empresas produtoras de inoculantes como a Total Biotecnologia, Biotrop e Rizobacter. O principal objetivo \u00e9 reconhecer microrganismos que possam ser recomendados para uso agr\u00edcola e comercializados no Brasil. O papel da UFSC, perante o Minist\u00e9rio da Agricultura, \u00e9 realizar relat\u00f3rios t\u00e9cnico-cient\u00edficos atestando que os microrganismos s\u00e3o eficientes e, portanto, podem ser registrados no Minist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos trabalhos do GMicro, j\u00e1 foram gerados 10 relat\u00f3rios t\u00e9cnicos para registro comercial de inoculantes!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"429\" height=\"571\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-92\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-3.png 429w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-3-225x300.png 225w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-3-150x200.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 429px) 100vw, 429px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Luiz Concari, trabalhando em seu experimento com aveia no munic\u00edpio de Campos Novos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"485\" height=\"442\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-93\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-4.png 485w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-4-300x273.png 300w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-4-200x182.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Rubi Marcelo e uma das suas cachorras de estima\u00e7\u00e3o, em experimento com aveia preta em Brun\u00f3polis.<\/p>\n\n\n\n<p>Os trabalhos relacionados a pastagens s\u00e3o feitos em colabora\u00e7\u00e3o direta com a EMBRAPA Soja, apoiados pela Dra. Mariangela Hungria, uma das cientistas mais influentes em n\u00edvel mundial. Estudamos esp\u00e9cies de bact\u00e9rias fornecidas pela EMBRAPA e buscamos avaliar seus benef\u00edcios para pastagens ainda n\u00e3o estudadas, ampliando assim a rede de pesquisa sobre inocula\u00e7\u00e3o multifuncional de pastagens. O uso de microrganismos nas pastagens pode reduzir o uso de fertilizantes e tamb\u00e9m melhorar caracter\u00edsticas que s\u00e3o interessantes para os animais, tais como teor de prote\u00edna e produ\u00e7\u00e3o de mais folhas. Os projetos s\u00e3o desenvolvidos em parceria com a Leitaria Gemelli e a prof. De Forragicultura da UFSC, Dra. Kelen Cristina Basso. As pesquisas est\u00e3o ligadas ao O Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia em Microrganismos Promotores de Crescimento de Plantas (INCT-MPCP-AGRO). Confira maiores informa\u00e7\u00f5es sobre esse instituto em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.microagro.com.br\/\">https:\/\/www.microagro.com.br\/<\/a><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"756\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-94\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-5.png 567w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-5-225x300.png 225w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-5-150x200.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Abilio Spautz Neto e Gabrielle Seeber trabalhando na inocula\u00e7\u00e3o de pastagens na Fazenda Gemelli \u2013 Curitibanos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MICROBIOLOGIA DA \u00c1GUA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Outra linha de pesquisa \u00e9 relacionada com a ocorr\u00eancia de coliformes e resist\u00eancia antimicrobiana em \u00e1guas de rios e po\u00e7os, bem como solos, da regi\u00e3o de Curitibanos. Avaliamos a qualidade microbiol\u00f3gica da \u00e1gua e buscamos identificar fatores a ela relacionados, trabalhando juntamente com os professores Joni Stolberg e Nei Kavaguichi Leite, ambos na UFSC.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"425\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-6.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-95\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-6.png 567w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-6-300x225.png 300w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-6-200x150.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Professores Joni Stolberg e Sonia da Cruz, juntamente com a aluna de Engenharia Florestal, Julia Proen\u00e7a, em coleta de \u00e1gua do Rio Marombas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses trabalhos, verificamos que a \u00e1gua de po\u00e7os e rios da regi\u00e3o \u00e9 comumente contaminada por coliformes, bact\u00e9rias que podem estar ligadas \u00e0 transmiss\u00e3o de doen\u00e7as. Al\u00e9m disso, grande parte das bact\u00e9rias encontradas \u00e9 resistente a antibi\u00f3ticos. Isso significa que se a \u00e1gua for consumida pelas pessoas, e as bact\u00e9rias causarem uma infec\u00e7\u00e3o, o tratamento com antibi\u00f3ticos ser\u00e1 ineficiente, e em alguns casos, pode inclusive ocorrer \u00f3bito.<\/p>\n\n\n\n<p>As proje\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade apontam que em 2050 as infec\u00e7\u00f5es por bact\u00e9rias resistentes a antibi\u00f3ticos ser\u00e3o a principal causa de morte no mundo todo. Nesse sentido, todo esfor\u00e7o de pesquisa b\u00e1sica e aplicada \u00e9 fundamental para que possamos entender melhor esse problema e, principalmente, combat\u00ea-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso atual projeto nesse tema \u00e9 financiado pela FAPESC e abrange \u00e1reas de estudo em 4 rios da regi\u00e3o de Curitibanos. Abaixo voc\u00ea pode conferir algumas fotos de alguns pontos de coleta de \u00e1gua e, infelizmente, a qualidade comprometida dos recursos h\u00eddricos da nossa regi\u00e3o. Lembre-se: como grande parte da popula\u00e7\u00e3o do interior n\u00e3o tem acesso \u00e0 \u00e1gua tratada pela CASAN, \u00e9 essa a \u00e1gua utilizada para beber e realizar higiene pessoal, infelizmente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"562\" height=\"253\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-7.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-96\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-7.png 562w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-7-300x135.png 300w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-7-200x90.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 562px) 100vw, 562px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">\u00c1gua do Rio Pessegueirinho, com sinais de polui\u00e7\u00e3o, turbidez e, inclusive, pneu que foi jogado como lixo no rio.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"349\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-8.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-97\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-8.png 567w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-8-300x185.png 300w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-8-200x123.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Aspecto da \u00e1gua consumida por um grupo de fam\u00edlias no interior de Curitibanos. Nota-se a falta de prote\u00e7\u00e3o do po\u00e7o, bem como turbidez, que est\u00e3o relacionadas a altos \u00edndices de contamina\u00e7\u00e3o microbiol\u00f3gica da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MICROBIOLOGIA DO SOLO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse \u00e2mbito, temos um grandioso projeto que busca avaliar os efeitos de inseticidas, herbicidas e antibi\u00f3ticos sobre a atividade de fungos micorr\u00edzicos arbusculares. Esses microrganismos est\u00e3o distribu\u00eddos nos solos do mundo todo e contribuem de maneira significativa para o crescimento e nutri\u00e7\u00e3o de 90% das plantas existentes! Apesar desse papel essencial, pouco se conhece sobre o efeito desses qu\u00edmicos na atividade desses fungos.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto \u00e9 financiado pelo governo alem\u00e3o (UBA \u2013&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.umweltbundesamt.de\/en\/the-uba\">https:\/\/www.umweltbundesamt.de\/en\/the-uba<\/a>). As atividades de pesquisa s\u00e3o realizadas pela Universidade de Tartu, na Estonia (<a href=\"https:\/\/ut.ee\/en\">https:\/\/ut.ee\/en<\/a>), Universidade de Coimbra em Portugal (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/cfe.uc.pt\/profile\/members\/1621\" target=\"_blank\">http:\/\/cfe.uc.pt\/paulosousa<\/a>) e, no Brasil, pela UDESC (Campus de Lages) conjuntamente com o GMicro da UFSC.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"425\" src=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-9.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-98\" srcset=\"http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-9.png 567w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-9-300x225.png 300w, http:\/\/gmicro.ufsc.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/image-9-200x150.png 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\">Julia Ganen em atividade de laborat\u00f3rio, preparando meio de cultura para estudo dos fungos micorr\u00edzicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>INOCULANTES MICROBIANOS Na Agronomia, trabalhos principalmente com testes de efici\u00eancia agron\u00f4mica de inoculantes, tanto a campo como em casa de vegeta\u00e7\u00e3o. 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